Em meio a um cenário alarmante de violência contra a mulher em Mato Grosso do Sul, que já soma 39 feminicídios em 2025, Campo Grande aparece como uma exceção dentro do próprio Estado. Enquanto Mato Grosso do Sul vive o terceiro pior ano desde a criação da Lei do Feminicídio, em 2015, a Capital registra redução no número de mortes e aposta em ferramentas de resposta rápida, como o aplicativo Proteja Mais Mulher, para evitar que casos de violência doméstica cheguem ao desfecho mais extremo. Os números estaduais reforçam a gravidade do problema. Читать дальше...