“Quando você tem um governo frágil que não defende os interesses nacionais e a soberania do seu país, os interesses econômicos e sociais e nem os direitos dos trabalhadores isso facilita que multinacionais tenham uma intervenção com menos preocupação com os aspectos sociais, econômicos e ambientais com o país em que estão instaladas, declarou Cléber Rezende, presidente da CTB-Pará. O dirigente se refere aos prejuízos causados no Pará pela empresa norueguesa Hydro Alunorte.
Por Railídia Carvalho