O professor de direito constitucional da USP e colunista da
Folha Conrado Hübner Mendes avalia que o ministro Kassio Nunes Marques, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), agiu como um burocrata diante das queixas de que cidades como Salvador e São Paulo não estavam disponibilizando o transporte necessário para que os eleitores pudessem votar no segundo turno.
Leia mais (10/25/2026 - 21h35)