Os eleitores que a
Folha acompanha desde março, quando estavam indecisos sobre o voto para presidente, chegam ao segundo turno com uma preferência definida, mas não necessariamente satisfeitos com as opções. Dificuldades no trabalho, programas sociais e falta de serviços públicos pesaram nas escolhas, assim como a rejeição ao
PT ou ao bolsonarismo.
Leia mais (10/24/2026 - 23h05)