Quando repórteres da Reuters chegaram em setembro ao escritório do Logink em Wenzhou, na região portuária de Zhejiang, encontraram as luzes apagadas, ninguém na recepção e os cabos dos computadores retirados. Ali deveria pulsar uma plataforma que, quatro anos antes, Washington tratava como uma das armas comerciais mais perigosas da
China. Agora só o silêncio.
Leia mais (10/09/2026 - 23h00)