Nos anos 1940, vários funcionários do Estado alemão seguiam ordens do
governo nazista para ajudar no extermínio da população judaica na
Europa. Muitas vezes, estavam tão distanciados física e emocionalmente das pessoas que auxiliavam a massacrar que, de certo modo, a crueldade de seus atos se tornava algo rotineiro e trivial -o que remete à noção que a filósofa
Hannah Arendt descreveria como "
banalidade do mal".
Leia mais (10/01/2026 - 04h00)