Cinco anos atrás, uma percepção do
economista francês Thomas Piketty, 55 anos, rodou o planeta. Ela defendia que o mundo estava em condições parecidas às que desaguaram na
Revolução Francesa, no fim do século 18: uma desigualdade extrema em que elites riquíssimas (a nobreza daquela
França) viviam às custas de uma multidão de pessoas em situações precárias.
Leia mais (09/29/2026 - 10h57)