No final do período imperial,
São Paulo era uma cidade partida. De um lado, estava uma elite intelectual abolicionista, posicionada na vanguarda nacional da luta pelo fim da
escravidão. De outro, uma elite financeira, incluída a classe política, que remava com todos os instrumentos possíveis contra a emancipação de pessoas negras. No meio, as camadas mais populares, excluídas do vertiginoso processo de crescimento trazido com as riquezas do café.
Leia mais (09/05/2026 - 12h00)