"A dramaticidade dos nossos tempos força os cineastas a fazerem filmes políticos." Foi assim que Alberto Barbera, diretor do 83º
Festival de Veneza, inaugurado na manhã desta quarta-feira (2), justificou a
forte presença de filmes politizados na programação deste ano. E também foi como deu a entender que a seleção foi feita antes por uma questão de oferta que propriamente por uma posição militante da curadoria.
Leia mais (09/02/2026 - 14h14)