A
violência política de gênero não é um mero efeito colateral da disputa eleitoral, é a estratégia deliberada para impedir que quem vive na pele a opressão tenha poder para desmontá-la.
Ter mulheres no Legislativo e no Executivo não é uma pauta identitária vazia, é a diferença entre leis que protegem as mulheres e leis que as criminalizam, entre orçamentos que financiam creches e políticas de combate ao feminicídio e aqueles que os ignoram.
Leia mais (08/21/2026 - 17h18)