No ano passado, durante uma temporada que passei na Blavatnik School of Government, na Universidade de Oxford, ouvi de uma
professora britânica uma pergunta que ficou comigo. Ela contou que, na primeira vez em que foi ao Brasil, saiu do aeroporto, olhou para a desigualdade à sua volta e pensou "por que não há uma revolução neste país?".
Leia mais (08/17/2026 - 15h00)