Mortes: Mineiro era um escritor e contador de causos
Na festa de lançamento, serviu cachaça, refrigerante e batidas. Recebeu polícia e traficantes, freiras e aquelas que chamava de "mulheres da vida", pobres e ricos. Mandou servir leitoa, chouriço, codorna frita, torresmo, mexidão, jiló, algodão doce, pipoca e picolé. "Despesa, só o livro", ele avisou em um cartaz.
Motorista de ônibus, carteiro, vendedor, ele fez um punhado de coisas, como gostava de descrever. Deixou Conceição do Mato Dentro (MG), com mulher e filhos, para construir a vida na também mineira Lagoa Santa, onde foi enterrado no último dia 13 de julho, um dia depois de sua morte. Leia mais (07/27/2026 - 17h10)