A
resposta global ao HIV vive hoje um dilema: de um lado, avanços científicos como as tecnologias de
prevenção de ação prolongada, como cabotegravir e
lenacapavir, administrados a cada dois ou seis meses; do outro, preços impagáveis e
cortes de financiamento internacional, que já reduzem drasticamente a entrega desses mesmos avanços às pessoas que mais precisam deles.
Leia mais (07/27/2026 - 13h20)