Diante dos jurados,
Monique Medeiros da Costa e Silva resumiu sua defesa em uma frase: "Uma mãe não mata o seu filho". Presa preventivamente por dois anos e oito meses num pavilhão destinado a detentas por crimes contra crianças e idosos, ela disse ao júri que, se soubesse de algo naquela madrugada, estaria "respondendo por homicídio do Jairinho" ou "enterrada ao lado" do filho.
Leia mais (07/20/2026 - 04h15)