O chileno
Raúl Zurita uma vez queimou seu próprio rosto com ferro em brasa. Mais adiante, usou uma escavadeira para talhar um poema no deserto do Atacama. Em outro momento, escreveu poemas de fumaça no céu de Nova York, no bairro imigrante do Queens.
Leia mais (07/18/2026 - 01h00)