Há decisões financeiras que estudamos durante semanas. Pesquisamos, comparamos alternativas, lemos opiniões e pedimos conselhos. Outras, capazes de produzir consequências patrimoniais muito maiores, costumam ser tomadas em poucos minutos. O curioso é que essas últimas, justamente por parecerem distantes, são as que mais tendemos a negligenciar. O regime de bens do casamento é um bom exemplo.
Leia mais (07/10/2026 - 18h00)