A
vitória no último minuto foi emocionante, alcançada pela técnica, pela tradição, pela ousadia, pela alma e pelo inconsciente coletivo. Todos pensaram e executaram juntos. A
força do conjunto vai muito além da formação tática. Já o bom time do
Japão, assustado com a possibilidade de eliminar um gigante que tanto admira, fez um gol e passou a jogar muito recuado, dando chutões, como um time pequeno.
Leia mais (06/30/2026 - 18h27)