Não conheço antídoto melhor contra o cinismo e o autoengano, pragas gêmeas que corroem os cérebros da nossa espécie neste século, do que a ficção científica da americana
Ursula K. Le Guin, que nos deixou em 2018. Ao ler nesta semana declarações de poderosos brasileiros sobre
petróleo que só posso classificar como obscenas, o que me veio à cabeça é um diálogo do romance "Os Despossuídos", publicado pela autora em 1974.
Leia mais (06/27/2026 - 07h00)