Duas posições sobre a relação entre ver e crer parecem ganhar relevância diante dos assombros nas redes sociais. Numa atribuída a Nietzsche, ele desacredita em fantasmas, não por serem invisíveis, mas visíveis demais. Noutra, diz Engels que o fato de não se verem os alegados espíritos, recorrentes em sessões esotéricas nas capitais europeias no século 19, não constituía prova alguma: ver seria apenas uma exigência do empirismo radical.
Leia mais (06/20/2026 - 15h00)