Não é o melhor dos mundos. O cardápio de quase verão na
Suíça, onde colecionadores e a plebe nesta época do ano se juntam para mergulhar nas águas do Reno, o rio que corta Basileia, sempre traz no alto ostras e champanhe, mas o frescor pode vir de uma
Coca-Cola com mensagens subliminares. No meio de trabalhos de milhões de dólares, uma das edições da série de garrafas subversivas do refrigerante americano, obra-prima de
Cildo Meireles feita no auge da ditadura brasileira, estará à venda no maior rendez-vous do mercado de
arte do planeta, que abre as portas nesta semana no país europeu.
Leia mais (06/15/2026 - 17h00)