Uma
vitória de Keiko Fujimori, filha do ditador
Alberto Fujimori, seria surpreendente para os peruanos, acostumados a rejeitá-la no segundo turno das
eleições presidenciais desde 2011. Mas não chegaria a ser incomum entre os países que fazem parte da chamada terceira onda de democratização, após os anos de 1970.
Leia mais (06/14/2026 - 23h00)