Nesta segunda (8) fez cinco anos que a minha versão básica, modelo simples, sem acessórios, morreu. Há cinco anos, eu e meu barrigão entrávamos num hospital vazio, enquanto 2.000 pessoas morriam de
Covid por dia no Brasil. Eu monitorava os batimentos cardíacos na tela, pela primeira vez pensando que, durante 40 semanas, tive dois corações batendo dentro do mesmo corpo. Agora um deles moraria fora e nunca mais eu seria a mesma pessoa.
Leia mais (06/09/2026 - 19h40)