Palavras.
Gregorio Duvivier é obcecado por elas. Sobretudo as da língua portuguesa, um "idioma de passarinhos" com sua fartura de vogais, na definição do húngaro Paulo Rónai para essa língua latina distante -desafie um conterrâneo dele a bolar uma frase toda vocálica como a famosa "ó o auê aí, ó".
Leia mais (06/02/2026 - 15h00)