Em uma pesquisa sobre
saúde, finanças e características pessoais, em 32% dos cenários apresentados, quem respondeu preferiu não saber uma informação útil, embora potencialmente desagradável. Informação que poderia orientar o tratamento, a renegociação ou a correção de rota. Ao reduzir a margem para relativizar o problema, receber uma má notícia antecipa consequências e frustrações que talvez ainda parecessem distantes.
Leia mais (05/26/2026 - 12h00)