A cineasta Carine Wallauer lembra o momento em que avistou o
Copan pela primeira vez, há dez anos: foi um "maravilhamento" com aquele edifício desconhecido para uma gaúcha recém-chegada. No ano seguinte, quando se mudou para
São Paulo de vez, sabia que queria se fixar ali, onde não apenas residiu, mas também registrou mais de 100 horas de conversas e descobertas.
Leia mais (05/24/2026 - 23h00)