O ex-presidente do
Banco Central,
Roberto Campos Neto, chefiava a autoridade monetária brasileira quando, em 2022, propôs à autarquia um acordo de R$ 50 mil para encerrar um processo referente à época em que trabalhava no
Santander. O acordo, que só foi fechado anos depois por R$ 300 mil, virou alvo de senadores da CAE (Comissão de Assuntos Econômicos) em críticas à atuação do BC.
Leia mais (05/20/2026 - 14h03)