Em janeiro de 2025, Edilma Carvalho da Silva, 48, recebeu um telefonema esperado havia muito tempo. Era uma funcionária do
Hospital Nossa Senhora do Pari na linha, e Edilma pensou que, enfim, receberia o aviso de sua avaliação pré-cirúrgica. Vencidas as saudações, decepcionou-se: "Só ligaram para confirmar se eu estava viva e se ainda tinha interesse em esperar".
Leia mais (05/20/2026 - 04h00)