A reforma do Judiciário se tornou um tema inevitável para a campanha eleitoral e para o próximo governo após o escândalo do
Banco Master. Esquerda, direita e um
STF (Supremo Tribunal Federal) dividido disputam agora qual será a extensão e o foco dessa agenda, mas as propostas apresentadas (ou a falta delas) revelam contradições e interesses conflitantes com o discurso público de cada grupo.
Leia mais (04/26/2026 - 17h58)