Na superfície, o fraseado não podia ser mais anódino. Era o último item, no pé da página, da declaração oficial conjunta dos governos do Brasil e da Alemanha, e tinha sido redigido naquele idioma com propriedades de sonífero, o diplomatês. A última linha, porém, vale ouro:
Leia mais (04/25/2026 - 07h00)