A troca de carteiras de crédito entre o
Banco Master e o
BRB (Banco de Brasília), após a
detecção de fraudes nas carteiras originais adquiridas pelo banco público do DF, envolveu ativos que tinham como donos pessoas beneficiárias do
auxílio emergencial, empresas com capital social de R$ 150 a R$ 1.000 e um consórcio responsável pela gestão de
cemitérios em São Paulo.
Leia mais (04/21/2026 - 23h00)