Embora ainda limitados, atendimentos psicológicos começam a chegar às comunidades ribeirinhas do Amazonas por meio de teleconsultas e de unidades básicas de saúde fluviais. São, sobretudo, mulheres que buscam esse cuidado, com queixas de
ansiedade,
sofrimento emocional e conflitos familiares.
Leia mais (04/21/2026 - 04h00)