A tensão de Hubble, ao que parece, veio para ficar. E não é algum tipo estranho de espasmo muscular que se resolve com fisioterapia. Pelo contrário, os exercícios necessários deverão vir do cérebro dos mais brilhantes astrofísicos, a fim de entender afinal o que está havendo com o cosmos. O lide: o Universo próximo está se expandindo mais depressa que o esperado.
Leia mais (04/19/2026 - 09h00)