De um lado, belos azulejos que, rasgados dramaticamente como se fossem carne, exibem entranhas humanas. Do outro, fotografias do período colonial, entrelaçadas como uma teia, e criaturas metade mulher e metade inseto. Essas são algumas das obras mais emblemáticas das artistas
Adriana Varejão e
Rosana Paulino, que vão ocupar o
pavilhão brasileiro na 61ª Bienal de Veneza, a mais importante mostra de arte contemporânea do mundo, a partir do dia 9 de maio.
Leia mais (04/14/2026 - 16h00)