Dieizon Santos de Oliveira, Wesley Olial de Oliveira e Solange da Silva Martins sentaram no banco dos réus do Tribunal do Júri de Nova Andradina, a 298 quilômetros de Campo Grande, nesta terça-feira (7), para serem julgados pelo assassinato de André Brasil de Oliveira. O crime aconteceu em março de 2024, no distrito de Nova Casa Verde. O Conselho de Sentença entendeu não existir provas suficientes contra Solange, e a mulher acabou sendo absolvida. Já Wesley foi condenado a 8 anos e dois meses de prisão em regime fechado, sendo sete anos e dois meses por homicídio simples e mais um ano pela ocultação do cadáver. Dieizon foi sentenciado a seis anos e seis meses de prisão em regime semiaberto por homicídio simples e fraude processual. Ele foi autorizado a recorrer em liberdade, mas vai permanecer preso por conta de dois mandados em aberto. Assassinato – Conforme denúncia do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), o crime aconteceu por volta das 17h do dia 16 de março de 2024, em um estabelecimento comercial, perto da Agrovila. A vítima foi executada a tiros após ser surpreendida pelos autores. Wesley então colocou o corpo de André no porta-malas de um veículo e o abandonou às margens da BR-267. Ainda segundo o MP, Dieizon limpou os vestígios do local. O cadáver foi encontrado dois dias depois, e então os autores foram presos. Na fase inicial das investigações, Wesley chegou a confessar o crime. Solange ficou em silêncio durante o depoimento, e Dieizon assumiu ter limpado os vestígios de sangue. A sentença é assinada pelo juiz Juliano Luiz Pereira. (*) Com informações Jornal da Nova.