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Moradores improvisam obras e válvulas para conter alagamentos em casas

Com a repetição de alagamentos em diferentes bairros de Campo Grande, moradores têm criado soluções improvisadas para tentar conter a água da chuva e evitar o retorno de esgoto dentro das residências. Entre as alternativas estão instalação de válvulas de retenção, uso de bombas elétricas, colocação de madeira para salvar móveis e até asfaltamento pago do próprio bolso. As medidas, porém, são paliativas e não resolvem o problema, que se arrasta há anos, segundo os relatos. No Jardim das Meninas, a cena após a chuva da tarde desta quarta-feira foi de um mutirão improvisado. Na Rua Gumercindo Garcia Barbosa, vizinhos limpavam simultaneamente as casas invadidas pela água. O controlador de pragas Thiago Falcão, 33 anos, explica que o desnível da via contribui para os alagamentos. Segundo ele, a rua onde mora fica abaixo do nível de outras vias e recebe grande volume de água, principalmente da Rua Ana Jacinta, que não teria captação suficiente. “A água desce dela e vem toda para a nossa rua. Isso é o que forma o rio”, relatou. De acordo com Thiago, bastam cerca de 20 minutos de chuva para a água invadir quintais e residências. Segundo o morador, a mãe dele havia feito faxina na véspera, e precisaram repetir a limpeza por conta da enxurrada que entrou na casa. Para retirar a água e devolvê-la à rua, ele utilizou uma bomba elétrica, ferramenta que usa em seu trabalho. Mesmo assim, parte dos equipamentos ficou danificada. “Uma ferramenta custa R$ 480, outra R$ 750, e tem uma que é da empresa onde trabalho. Talvez tenha que repor do próprio bolso”, disse. Válvulas de Retenção -  Thiago afirma que todas as casas da rua instalaram válvulas de retenção para evitar o retorno de esgoto, além de manter ralos fechados. Ainda assim, o problema persiste. “A água retorna pela válvula e também pelo banheiro. É comum em todas as casas”, contou. Ele também relata que abriu quatro chamados solicitando cascalhamento e patrolamento, além de pedir à concessionária teste com corante para verificar ligação irregular entre drenagem e rede de esgoto, mas não houve resposta. Os alagamentos também afetaram as atividades comerciais na rua. Um salão de barbearia existente no terreno da casa de Thiago foi fechado por causa das enchentes. O vizinho encerrou uma conveniência e uma moradora mais abaixo desativou um trailer de lanches pelo mesmo motivo. Moradora da mesma rua há 31 anos, a diarista Maria Hilda Gomes, 63 anos, afirma que convive com o problema desde a inauguração do bairro. “Aqui entra água pelo quintal, invade a varanda e volta pelo banheiro. Daí espalha para dentro de casa”, disse. Ela tem duas válvulas instaladas e conta que já perdeu todos os pertences em uma enchente anterior. Emocionada, Maria relata que procurou ajuda diversas vezes. “Nós estamos muito judiados. Já fui na prefeitura e disseram que aqui é asfaltado, mas é rua de terra. Ninguém vem ver como nós estamos”, afirmou, chorando durante a entrevista. Segundo ela, a situação melhorou um pouco após pagar do próprio bolso para asfaltar a frente da casa. Lagoa na Rua - Na Rua Castorina Rodrigues da Luz, que cruza a Gumercindo Garcia Barbosa, a dona de casa Patrícia Rita, 42 anos, relata outro tipo de problema. Moradora há 20 anos no bairro, ela diz que a água que desce da rua vizinha forma uma lagoa permanente em frente à residência. “Essa lagoa não seca nunca. Tem um buraco e quanto mais chove, mais afunda”, explicou. Com a passagem de veículos, a água acumulada é lançada para dentro da casa. O odor também preocupa. “Não temos paz. Quando está sol, você não aguenta ficar dentro de casa. Parece um cheiro de porco. É um perigo por causa do mosquito da dengue”, disse. A via desce em direção à Rua Cassim Contar, que,  se transformou em um rio logo após a chuva. Condomínio alagado -  Situação semelhante ocorre no Residencial Rui Pimentel 2, conjunto habitacional localizado no final do Bairro Marajoara, na mesma região. De acordo com Lucas Jarcem, 25 anos, o problema existe desde a entrega das casas, em 2019. “Não tem escoamento de água. Os bueiros não têm saída. Você cava três metros e só tem terra”, afirmou. Nesta tarde, a água chegava à altura do joelho e invadiu as casas. “Pode ser chuva fraca ou forte, é a mesma coisa. A água entra e estraga os móveis”, disse. Ainda conforme Lucas, por se tratar de condomínio fechado, a prefeitura não pode intervir diretamente, enquanto moradores cobram soluções da administração. A autônoma Edna dos Santos, 42 anos, conta que precisa improvisar para proteger os móveis. “Dependendo do dia, colocamos madeira para salvar tudo. Já acordei com os colchões dos meus filhos molhados”, relatou. Ela vive com gêmeos de seis anos e afirma que sair de casa durante a chuva exige caminhar pela calçada, mesmo assim com os pés na água. Recentemente, uma criança de 1 ano e 9 meses caiu na rua alagada e precisou ser socorrida pela mãe. A comerciante Ivanise Arruda, 40 anos, afirma que o problema atinge diversas residências. “Fizeram um buraco dentro do condomínio para tentar resolver, mas não adiantou”, disse. Ela relata prejuízos com enchentes e também com quedas de energia, com prejuízos estimados em R$ 8 mil. “Teve retorno de esgoto. Todo mundo na rua ligando para a Defesa Civil. O cheiro era horrível”, contou. O condomínio possui 124 casas, e as moradias mais atingidas ficam na primeira rua, especialmente nos fundos. Moradores afirmam que as unidades foram construídas pela Agência Municipal de Habitação e cobram providências para resolver falhas na drenagem e no esgoto. Quantidade de Chuvas - Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de MS), a maior quantidade de precipitação ocorreu na região central, com 75,6 mm. Nas imediações do Shopping Campo Grande, as chuvas ficaram em 56,6 mm, seguidas por 55,1 mm no Carandá Bosque. Já na região Sul, onde fica o Jardim das Meninas e o Bairro Marajoara, choveu 40,4 mm, e 34,4 mm foram registrados na região Norte da Capital.  Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .

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