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Quatro meses após morte de recruta no CMO, família cobra acesso a inquérito

Quatro meses após a morte do recruta Dhiogo Melo Rodrigues, de 19 anos, ocorrida em 27 de outubro do ano passado dentro das dependências do CMO (Comando Militar do Oeste), em Campo Grande, a família afirma que ainda não teve acesso a documentos considerados essenciais para o esclarecimento do caso. Segundo os familiares, não foram disponibilizados o IPM (Inquérito Policial Militar), os laudos psicológicos individuais, os testes de aptidão para manuseio de arma de fogo compatíveis com o calibre utilizado e o prontuário médico completo. O caso envolve morte sob custódia do Estado, circunstância que, conforme entendimento consolidado do STF (Supremo Tribunal Federal) e do STJ (Superior Tribunal de Justiça), impõe ao poder público dever reforçado de transparência, apuração rigorosa e prestação de informações aos familiares. Apesar da instauração de procedimentos internos e do acompanhamento pelo Ministério Público Militar, a família relata que, passados quatro meses, não recebeu acesso efetivo aos autos nem às provas já produzidas. Também aponta resistência institucional na liberação do prontuário médico e ausência de esclarecimentos formais sobre a aptidão psicológica e técnica do recruta para o serviço armado. No mês passado, o CMO concluiu o Inquérito Policial Militar, mas, segundo informou a família na época, não apresentou o laudo que comprove a aptidão psicológica individualizada do militar para o porte de armamento. Os familiares afirmam ainda que, mesmo diante de sinais claros de sofrimento psíquico, o jovem não recebeu acompanhamento psicológico efetivo dentro do quartel. Na manhã desta sexta-feira, em conversa com o Campo Grande News , o irmão do recruta reforçou que, apesar da conclusão do Inquérito Policial Militar pelo CMO no mês passado, a família segue sem acesso aos autos. “O que nos chama atenção não é apenas a tragédia em si, mas o que veio depois. Já se passaram quatro meses e a minha família ainda não teve acesso ao inquérito policial militar. Esses documentos são básicos em qualquer apuração de morte sob custódia do Estado. Não estamos fazendo acusações. A ausência de transparência prolongada levanta questionamentos legítimos sobre a condução da investigação e sobre por que informações essenciais ainda não foram apresentadas”, afirmou. Histórico e morte - Quando morreu, Dhiogo havia ingressado apenas três meses no Exército Brasileiro. Segundo a família, desde o início ele manifestava que não queria continuar no serviço militar. “Em sua formatura, ele já se queixava muito. Minha mãe chegou a solicitar ao comandante a sua dispensa, mas nada foi feito, nem ao menos o remanejamento para outra área”, relatou o irmão à reportagem na época. De acordo com os familiares, o jovem não teria sido submetido a teste psicológico específico para o manuseio de armas de fogo de alto calibre. O irmão afirma que o recruta relatava sofrer ofensas de caráter vexatório dentro do quartel. “Ele dizia que sofria muito lá. Se reclamasse, seria ainda mais cobrado. Era chamado de burro e quem o ajudava eram os próprios colegas de pelotão. Todos viam que ele não tinha condições”, declarou. O soldado foi encontrado morto com um disparo de fuzil na cabeça enquanto estava de guarda em um posto do CMO, na Avenida Duque de Caxias, em Campo Grande. Ainda segundo o irmão, o corpo foi removido sem a realização de perícia no local, o que, na avaliação da família, contraria protocolos básicos de apuração. Inicialmente, conforme os parentes, houve tentativa de encaminhamento ao SVO (Serviço de Verificação de Óbito), procedimento que poderia limitar a investigação. Após insistência da família, o corpo foi levado ao Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal), onde foi realizada a necropsia. A reportagem solicitou posicionamento do CMO sobre a denúncia de ausência de laudo e sobre o inquérito, e aguarda retorno.

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