O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de Campo Grande foi de 0,48% em janeiro, conforme publicado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça-feira (10). A inflação foi puxada pela alta do grupo vestuário, logo após as festividades do fim do ano. Nos últimos 12 meses, o índice ficou em 3,60%, acima dos 3,14% dos 12 meses imediatamente anteriores. Se comparar com janeiro do ano passado, o índice foi de 0,04%. No Brasil, o IPCA de janeiro foi de 0,33%. Nos últimos doze meses, o índice acumulado ficou em 4,44%. Em janeiro de 2025, a variação havia sido de 0,16%. Dos nove grupos pesquisados em Campo Grande, oito apresentaram alta. O grupo habitação ficou com índice em 0,59%; artigos de residência, 0,87%; vestuário, 1,25%; transportes, 0,54%; saúde e cuidados pessoais, 0,68%; despesas pessoais, 0,47%; e comunicação, 1,01%. Alimentação e bebidas e o grupo educação tiveram retração de 0,05% e 0,03%, respectivamente. Grupos – Vestuário registrou aumento de 1,25%, puxado pelos subitens joia (3,58%) e camisa/camiseta masculina (2,67%). Entre as quedas estão os subitens calça comprida feminina (-2%) e sapato masculino (-1,48%). O grupo alimentação e bebidas teve queda de 0,05% em janeiro. A alimentação no domicílio registrou variação de -0,23%, com influência das quedas do arroz (-5,21%), do leite longa vida (-3,60%) e do frango em pedaços (-4,59%). Em relação às majorações, os destaques são o tomate (22,03%), batata-inglesa (7,79%) e o queijo (3,31%). A alimentação fora do domicílio acelerou 0,50%, refletindo as altas de 0,87% no lanche e de 0,06% na refeição. A habitação teve variação de 0,59%. A alta da taxa de água e esgoto (3,98%) foi influenciada pelo reajuste de 4,49% a partir de 3 de janeiro. Houve queda de 1,18% na energia elétrica residencial. Em dezembro estava em vigor a bandeira tarifária amarela, com a cobrança adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos. Já em janeiro, a bandeira vigente era a verde, sem custo adicional para os consumidores. O grupo transportes teve aumento de 0,54%, com influência direta dos combustíveis. O maior impacto positivo veio do etanol (3,32%), da gasolina (2,05%) e do automóvel novo (1,12%). Entre as quedas, ganham destaque transporte por aplicativo (22,35%) e passagem aérea (7,44%). Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais .