No dia em que a
Folha comemorou seu centenário, ela tirou uma estrela do anonimato. Personagem digna de um romance de Victor Hugo,
Mahnaz Alizadeh percorreu as grandes revoluções que marcaram a sociedade iraniana nas últimas duas décadas, documentou o heroísmo dos ativistas, e terminou arrastada por uma rede de tráfico humano até o Acre, onde o repórter Fabiano Maisonnave a encontrou abalada por uma traumática passagem pelo sistema carcerário e angustiada com o seu processo.
Leia mais (02/21/2021 - 17h26)