O mesmo homem que foi obrigado a frequentar um programa de sensibilização contra violência doméstica é tratado como uma inocente vítima de um enorme abalo emocional. Em duas sentenças com dois meses de diferença. Mas o que me deixa mais perplexo é o desconhecimento que a juíza Joana Ferrer exibe quanto ao comportamento padrão das vítimas de violência doméstica