A passagem dos 100 anos da Revolução Bolchevique enseja, também no Brasil, um desfile de pseudoanálises marcadas pela a-historicidade. Um divórcio absoluto entre o fato histórico e suas circunstâncias, seu contexto. Ignoram-se, principalmente, os constrangimentos que as limitações da realidade impunham aos personagens.
Por Alon Feuerwerker*