Há algo de desconcertante na primeira vez que se vê a obra do alto das margens do
Sena. A Pont Neuf, a ponte mais velha de
Paris, desapareceu. No lugar da pedra secular e dos arcos familiares, surge uma formação rochosa que parece ter brotado das profundezas do rio -uma caverna de 120 metros de comprimento e até 18 metros de altura, toda em tons de branco, preto e cinza, que apaga a elegância clássica da cidade e põe no seu lugar algo ancestral, bruto, quase pré-histórico.
Leia mais (06/16/2026 - 15h49)