Julgamento eterniza a ferida aberta sobre a memória de Henry
Em 7 de março de 2021, entreguei meu menino vivo nos braços da mãe e, horas depois, o encontrei cadavérico em um leito de hospital, repleto de hematomas. Não era mais o Henry alegre e amoroso que existia em vida. Daquele dia até hoje, tenho que batalhar para que o Estado cumpra a lei e assegure a responsabilização pelo crime -desde a realização da necrópsia, que o padrasto queria barrar por meio de pressão política, até o júri, que, mesmo após cinco anos, deveria ser idôneo e imparcial. Leia mais (06/13/2026 - 22h00)