O fechamento do estreito de Hormuz coloca uma questão recorrente em choques de commodities: o efeito dominante será mais
inflação ou mais estagnação econômica? A resposta mais realista é que, ao menos no início, teremos ambos. A persistência relativa desses efeitos dependerá menos da magnitude inicial da interrupção e mais das condições fiscais preexistentes, da credibilidade monetária e de como governos escolherem distribuir os custos entre consumidores, contribuintes e detentores de ativos.
Leia mais (04/15/2026 - 21h07)