O voto do ministro terrivelmente evangélico do STF, André Mendonça, que ajudou a
condenar o deputado federal Daniel Silveira (PTB-RJ), levou à
loucura os porões bolsonaristas. E com razão. Foi para isso que Jair Bolsonaro o infiltrou entre os ministros encarregados de zelar pelas leis? "Não!", urraram. Escalou-o para tumultuar esse zelo, assim como já fizera com o terrivelmente obediente Kássio Nunes Marques. E agora André Mendonça, num surto de consciência, lhe faz essa falseta. "Ingrato, Judas, traidor!" Impossível calcular a torrente de palavrões com que, ao saber do voto, Bolsonaro mimoseou a genitora do ministro.
Leia mais (04/21/2022 - 17h00)