Os crimes do IRA são um material estranho para qualquer investigador: toda a gente sabe, sem nunca ninguém poder dizer, o que se passou, quando se passou e quem ordenou que se passasse. Mas a atribuição de culpa, na Irlanda do Norte, pode trazer de volta a guerra. Um jornalista norte-americano com raízes irlandesas decidiu contar de novo, e com novos documentos, a história de Jean McConville, mãe de dez crianças que, em 1972, foi assassinada pelos militares republicanos. Ela foi a última “desaparecida” do conflito, o último nome sem corpo - e só foi encontrada cinco anos depois de ser assinada a paz