Lula já foi vítima de condução coercitiva, de espionagem telefônica, de decretação da suspensão de seus bens, de condenação a pena de nove anos. E, agora, para consumar o golpe, usando de argumentações meramente dedutivas, resultantes de “convicções e não de incontestáveis provas, querem condená-lo em segunda instância, o que pode impedi-lo de ser candidato em 2018.
Por Wadson Ribeiro*