A crise do capitalismo já dura 10 anos e atinge de maneira mais pesada a juventude e as mulheres. Prova disso são as elevadas taxas de desemprego, subemprego e informalidade entre essa parcela da população, realidade observada em quase todas as regiões do globo. Nesse cenário, é essencial que a juventude mundial consiga se reunir para debater seus problemas, organizar-se e preparar ações conjuntas a fim de enfrentar o difícil momento que vivemos.
Por Luiza Bezerra*