Por quase três décadas, Fátima da Luz, hoje com 73 anos, atravessa o Carnaval de Campo Grande como quem atravessa a própria vida. Com memória, improviso e teimosia. Ela está na folia desde 1995, mas o ponto de virada veio depois, quando o samba deixou de ser apenas festa e virou promessa cumprida. Natural de Natal, no Rio Grande do Norte, Fátima morou em diferentes capitais, passou por outras escolas de samba e viveu um período na tradicional Igrejinha. Foi ali que um sonho antigo ganhou corpo, brasão, mascote e vários enredos. Читать дальше...