É ponto pacífico que o Brasil não proporciona e jamais proporcionou oportunidades iguais às suas crianças e jovens. Também chega a ser lugar comum -e marcada por evidências- a ideia de que a
educação pode ser o grande instrumento de correção das distorções que mantêm em desvantagem negros, mulheres, pessoas
LGBTQIA+,
indígenas, populações rurais,
quilombolas e pessoas com deficiência.
Leia mais (04/08/2026 - 10h30)