Vida e morte estão lado a lado, uma vulva de couro em invólucro metálico rodeada de estilhaços de vidro e um projétil, no alto de um altar, a inútil forma fálica, pau para toda obra das maiores violências. Os dois quadros de
Helô Sanvoy ficam num canto da galeria, peças menores diante das monumentais agora em cartaz, mas que dizem tudo.
Leia mais (04/07/2026 - 23h00)